In Memoriam

Tenente-Coronel Nestor da Silva
13 de julho de 1917 (Lagoa Santa – MG)
30 de maio de 2026 (Brasília – DF)
Com profunda tristeza, o Museu Virtual da FEB comunica o passamento do Tenente-Coronel Nestor da Silva, ocorrido em 30 de maio de 2026, aos 108 anos de idade.
O Brasil despede-se de um de seus heróis, exemplo de coragem, patriotismo e dedicação à Pátria. Sua trajetória permanecerá viva na memória nacional e na história da Força Expedicionária Brasileira, inspirando as presentes e futuras gerações.
Neste momento de luto, o Museu Virtual da FEB expressa suas mais sinceras condolências aos familiares, amigos e a toda a comunidade febiana. Nosso herói partiu para o encontro do efetivo celestial da FEB, onde se reunirá aos companheiros de armas que o antecederam na Pátria Espiritual. Que sua memória seja sempre honrada e seu legado jamais esquecido.

Cesar Campiani Maximiano
22 de janeiro de 1971 (São Paulo)
5 de fevereiro de 2026 (São Paulo)
O historiador militar Cesar Campiani Maximiano (São Paulo, 1971 – São Paulo, 2026) é um pilar fundamental na história e na identidade do Museu Virtual da FEB. Sua atuação como mestre, amigo e arquiteto intelectual estabeleceu as bases da credibilidade e da missão da instituição.
Como membro essencial do Comitê Científico e do Conselho do Museu, sua orientação foi decisiva para nortear os caminhos, garantir o rigor histórico e validar o conteúdo apresentado ao público. Sua generosidade como palestrante inspirou a todos.
A paixão de Maximiano pela Força Expedicionária Brasileira culminou em uma obra transformadora. Seus livros, como “Onde estão os nossos Heróis”,
“Barbudos, Sujos e Fatigados”, “Irmãos de Armas”, “Brazilian Expeditionary Force in World War II” e “120 objetos que contam a história do Brasil na Segunda Guerra Mundial”, refletem a mesma dedicação que ele trouxe ao MVFEB.
Por meio de seu trabalho, ele ensinou a importância de dar voz aos veteranos, trocar mitos pela realidade do front e honrar a memória com fatos. O rigor e a dedicação de Cesar
Campiani Maximiano estão impressos no DNA do museu e continuarão a guiar cada passo futuro, perpetuando o trabalho que ele tanto prezava.
